Thirty Seconds to Mars fará shows em Brasília, SP e RJ. Saiba quais surpresas nós planejamos para a turnê!

Sim, em outubro de 2014 o Thirty Seconds to Mars voltará ao Brasil para realizar uma breve turnê. As cidades que receberão a banda são São Paulo, Rio de jJaneiro e Brasília. Pra isso, planejamos fazer essas noites inesquecíveis. Cada cidade fará uma surpresa a banda e fazer o show ser AWESOME.  Ou seja, monte seu grupo, divulgue a ideia e o show e participe!

São Paulo

Há algum tempo postamos na nossa página no facebook  sobre o que estamos planejando pro show de SP. Segure-se e leia:

Coldplay em 2012, realizou a tour mylo xyloto, que resultou num dvd lindo. Durante a música “Charlie Brown” em um show, 50 mil pulseiras de led foram acesas pelo staff da banda, dando um LINDO efeito. O publico participou da iluminação e grandiosidade do show. Assista a apresentação da banda.

Já imaginou isso acontecer num show do Thirty Seconds to Mars aqui no Brasil? Essa é uma das surpresas que queremos dar à banda durante a passagem pelo nosso país em outubro de 2014.  Ainda estamos planejando esse projeto, mas com certeza seria HISTÓRICO. Ta, mas como funcionaria?

A @isinha30stm nos indicou esse site aqui para comprar as pulseiras. Cada uma custa R$7,50. Acho válido juntar uma galera e comprar em quantidade, aí todos dividem a conta. Já o Kadu Ciccone, sugeriu compramos pelo ebay, que tem um preço bem menor, cerca de R$2,40 cada pulseira, e chega entre 15 e 30 dias. Quem tiver interesse, clique aqui. Se você quiser, pode organizar um grupo e adquirir uma quantidade de pulseiras pra distribuir também. É importante a contribuição de todos. :) Imaginem só o Espaço das Américas se transformando in a land of a billion lights!

Brasília

Brasília vai receber a banda pela primeira vez! Pra isso, nos inspiramos no @musebr. Quem aí lembra daquele LINDO flashmob organizado na hora do “I NEED YOUR LOVE” da música madness, do Muse, em pleno Rock in Rio? Você pode assistir o momento exato aqui

Conversamos então com o @echelon_df e pensamos em fazer o mesmo no show do 30STM no Distrito federal, mas com a música “City of Angels”, usando a sugestão da @m_linguanott, e levantarmos nossos cartazes com a frase “YES, YOU ARE HOME” assim que o Jared cantar o “I AM HOME” da música.
Funcionaria da mesma forma das pulseiras de led, porém muito mais fácil. Vamos postar depois o modelo do cartaz em A4 (ofício) e vocês podem imprimir  e levar o seu ou uma quantidade boa pra distribuir na fila.  É melhor imprimir em impressora laser. A jato de tinta borra ao entrar em contato com água e, provavelmente, muita gente vai ficar com as mãos suadas.

(clique na imagem para uma qualidade melhor)

Mas tem mais uma coisa: O Echelon DF vai levar algumas lanterninhas pra iluminar o local e dar um efeito super bacana. lanterna simples, básica, pequena e fofa. E dá pra levar no bolso. Embedded image permalink

Participe do grupo do Echelon DF no facebook e confirme presença no evento, pra se organizarem da melhor forma possível.

Rio de Janeiro

Chegou a vez do Rio de Janeiro! A surpresa do Rj é fazer uma capa do cd LOVE LUST FAITH + DREAMS ao vivo. Como? Cada pessoa leva um círculo de papel (da gramatura que quiser, mas um papel 80g fica ótimo pra essas coisas, é bem firme) com uma das cores da capa do álbum. Vale imprimir vários e distribuir pra galera na fila. Curta a página do Echelon Rio de Janeiro para se manter atualizado sobre as surpresas.

ANÉIS/ BOLINHAS DE LED/ HELICÓPTERO DE LED PARA ILUMINAR A FUNDIÇÃO DURANTE A EXECUÇÃO DA MÚSICA “CITY OF ANGELS”:

Muitos devem se lembrar daqueles brindes que a gente ganhou no Rock In Rio (bolinhas de led, pulseiras de led, tudo de led…) e do efeito que deu a galera toda com aquelas coisinhas na mão durante os shows!
Agora imaginem só o efeito que vai ter pra banda ver do palco a galera toda iluminada?

Pra quem não sabe como são esses anéis, dá uma olhada no link:http://bit.ly/1du0Hf4
E pra quem não sabe como são os helicópteros de led, aqui vai outro link: http://bit.ly/1mtMDVy

A ideia foi dada pela galera do grupo “Surpresa 30STM Rio”, que está responsável por arrecadar os fundos necessários para fazermos essa surpresa. Para isso, eles precisam da colaboração de vocês!!

- E como isso funciona?
A galera que for participar da segunda surpresa e da contribuição para a bandeira deve entrar na Vakinha organizada pelo grupo (Link: http://bit.ly/OIOYho).

As doações NÃO têm valor fixo, cada um doa o quanto puder. Devem ser feitas ATÉ o dia 20/04, através da vaquinha online (link acima), que aceita cartão de crédito ou boleto.
Quem fizer uma doação deve entrar em contato com as meninas responsáveis pela vaquinha e dar seu nome para que elas possam ter o controle de quem vai receber os itens da surpresa. No dia do show, elas encontrarão com vocês na fila ou em algum encontro antes de entrarmos na Fundição para fazer a entrega dos itens a cada contribuinte. Fiquem ligados para não chegarem muito em cima da hora de abrirem os portões, senão vai complicar para elas lhes entregarem seus itens!
Caso o objetivo da vaquinha seja alcançado e ainda assim quiserem/ puderem continuar doando, elas usarão o valor extra para comprar mais anéis e vender na fila pra galera que não souber de nada!

Ajude-nos a divulgar essas ideias e conseguir realizá-las nos shows! Estaremos postando sobre esse projeto todos os dias na nossa página no facebook. Compartilhe com seus amigos. o/

Thirty Seconds to Mars fará shows no Brasil nos dias 16, 18 e 21 de outubro

Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Essas são as cidades que receberão o Thirty Seconds to Mars no dias 16, 18 e 21 de outubro de 2014. A banda se apresentaria nos dia 13, 15 e 16 de maio, mas precisou adiar a turnê Latino americana por motivos de saúde (você pode sar mais sobre isso aqui.). 30STM volta ao Brasil pela 4ª vez na cerreira, a mais recente visita foi em setembro, para fazer um dos shows mais comentados do Rock in Rio 2013.

A mudança fica apenas nas datas. Os locais dos shows serão os mesmos. Em caso de desistência, entrar em contato com email faleconosco@livepass.com.br. Os pacotes VIPs do AIW para meet & greet e Artifact também serão mantidos e válidos para outubro, assim como os ingressos para os shows.

Abaixo as informações sobre a venda de ingressos em cada cidade.

São Paulo (16 de outubro de 2014) – ESGOTADO

Local: Espaço das Américas

Veja o mapa dos setores abaixo:

Classificação: 16 anos. Menores devem ir acompanhado de um responsável legal.

Clique aqui para saber sobre pontos de retirada. Válidos apenas em São Paulo.

RETIRADA DOS INGRESSOS

Em São Paulo, a retirada pode ser feita na bilheteria do Espaço das Américas ou na bilheteria da Livepass no Estádio do Morumbi:

ESPAÇO DAS AMÉRICAS
Rua Tagipurú, 795 – Barra Funda
Horário de Funcionamento:
De segunda a domingo – das 10h às 18h

Estádio do Morumbi – Bilheteria 4 – Praça Roberto Gomes Pedrosa, S/N – Morumbi
Horário: Segunda a domingo – das 10h às 18h (não funciona em dias de jogos)

Rio de Janeiro (18 de outubro de 2014) - ESGOTADO

Local: Fundição Progresso

Classificação: 16 anos. Entre 12 e 15 anos, pode ir ao show na companhia de um responsável legal.

RETIRADA DOS INGRESSOS

Já no Rio de Janeiro, a retirada antecipada deve ser feita na bilheteria do HSBC Arena:

HSBC Arena
Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca
Horário de Funcionamento:
De segunda a domingo – das 10h às 18h

Brasília (21 de outubro de 2014)

Local: Opera Hall
Conheça o espaço assistindo ao vídeo:

 

Vendas abertas. Apenas pista comum disponível.

Classificação: 16 anos. Menores devem ir acompanhado de um responsável legal.

Valores dos ingressos:
Pista R$ 160,00 (meia entrada R$ 80,00)

RETIRADA DOS INGRESSOS

Em Brasília a retirada antecipada dos ingressos deverá ser feita na Central de Ingressos, no Brasília Shopping:

BRASÍLIA SHOPPING
Piso G2 -Central de ingressos
Horário de Funcionamento:
De segunda a sábado – das 10h às 22h
Aos Domingos e feriados – das 14h às 20h

 

APENAS NA SEMANA DO SHOW SERÁ MONTADA UMA BILHETERIA PARA RETIRADA NA FUNDIÇÃO PROGRESSO. O local do show realiza outros eventos, produzidos e comercializados por outras empresas e, por esse motivo, não é possível a retirada antecipada lá na Fundição.

Pontos físicos de venda: 

Posto Piraquê, Av. Borges de Medeiros s/n – Lagoa
Horário de funcionamento:
De segunda a domingo – das 9h às 20h
Formas de pagamento:
Somente Dinheiro

Bounganville, Rua Uruguai, 48 – Tijuca
Horário de Funcionamento:
De segunda a sábado – das 09h às 20h
Domingos e Feriados – das 09h às 17h
Formas de pagamento:
Dinheiro, Visa, Mastercard, Redeshop,
Visa Electron e Amex

Call Center Livepass

4003-1527 (custo de ligação local + impostos)

Horário de funcionamento:
de segunda-feira a sábado – das 9h às 21h

Formas de pagamento:
Cartões de crédito VISA, Mastercard, Diners e AMEX.

Todas as informações são do livepass.

Adventures in Wonderland – M&G

ATENÇÃO: Esses pacotes não incluem ingresso para o show.

São Paulo e Rio de Janeiro

Disponíveis em Brasília. Temporariamente esgotados em SP e RJ.

Pacote Kings + Queens U$350,00 (R$:850,00) 

Meet & greet com a banda
Foto individual
Entrada antecipada no evento
Poster exclusivo assinado pela banda
Itens exclusivos do Mars Merch: Camisa, Mars Tote e crachá comemorativo
Brindes Adventures in Wonderland

Pacote  Closer To The Edge U$650,00 (R$1.580,00)

Assistir ao show no palco
Meet & greet com a banda
Foto individual
Entrada antecipada no evento
Poster exclusivo assinado pela banda
Itens exclusivos do Mars Merch: Camisa, Mars Tote e crachá comemorativo
Brindes Adventures in Wonderland

Pacote Up In the Air U$850,00 (R$2.070,00)

Acesso ao palco garantido durante Up In the Air
Assistir ao show no palco
Meet & greet com a banda
Foto individual
Entrada antecipada no evento
Poster exclusivo assinado pela banda
Itens exclusivos do Mars Merch: Camisa, Mars Tote e crachá comemorativo
Brindes Adventures in Wonderland

ARTIFACT SCREENING – SP E RJ

 

O Artifact terá uma exibição especial coordenada pelo Adventures in Wonderland em São Paulo e Rio de Janeiro. O pacote único dá direito à:
- Q&A com o Jared, após a exibição;
- foto com o Jared;
- cópia assinada do DVD (apenas p/ os 50 primeiros);
- entrada prioritária;
- AIW Concierge.
(Ingresso para shows não incluso)

A exibição vai rolar no dia 14 de Maio, em SP, e 17 de maio, no Rio de Janeiro, mas o local exato será divulgado 5 dias antes do evento. Clique aqui (SP) e aqui (RJ) para adquirir o pacote.

 

Entrevista de Shannon Leto para a revista Modern Drummer Magazine

Poucas bandas inspiram um seguimento tão fervorosamente como o Thirty Seconds To Mars. Com todas as promessas de ser a turnê pop-rock do verão em parceria com a banda Linkin Park, o baterista do Thirty Seconds To Mars compartilha a história da sua atípica estrada até o estrelato e nos dá uma ideia do seu processo criativo.

tumblr_n7ou9x46cv1s1kf84o1_1280² Com mais de 1.4 milhões de seguidores no Twitter, 10 milhões de álbuns vendidos, centenas de milhões de visualizações de vídeos no Youtube, e uma fanbase devota conhecida como “O Echelon”, os membros do Thirty Seconds To Mars – o baterista Shannon Leto, o multi-instrumentalista Jared Leto (irmão do Shannon Leto) e o guitarrista Tomo Milicevic – são inquestionávelmente rockstars com um R maiúsculo. E mesmo assim, é interessante como tantos músicos não são familiarizados com o material da banda, apesar do seu sucesso massivo. Talvez seja a conexão com Hollywood; Jared Leto é um ator popular, recentemente ganhador do Oscar, e músico; tende a questionar a autencidade do grupo que começou com uma aparente “vantagem”.

Mas francamente, essa é nossa insegurança falando. Quando pressionado, muitos de nós admitiria que não há um caminho infalível para atingir os nossos sonhos de infância, e certamente, nenhum atalho para conseguir “durar” como um instrumentalista. E qualquer pessoa que tenha assistido Artifact, o documentário ganhador de prêmios que explora a batalha do Thirty Seconds To Mars com a sua gravadora, entende que não há garantias mesmo quando você já atingiu o topo.

Apesar da alta visibilidade dos papéis dramáticos de Jared, ele fez da banda uma prioridade, lançando 4 álbuns plenamente realizados e fazendo turnês ao redor do mundo múltiplas vezes na última década. Em sua parte, Shannon passa completamente no teste, trabalhando infinitamente para achar as partes ideais, e peculiares, dos hinos do grupo, e lançando toda a sua energia nas perfomances ao vivo.

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Crescendo em lugares humildes e batalhando para descobrir o seu lugar no mundo, Shannon encontrou sentido e propósito em sua bateria. Como tantos, o jovem músico viu um modelo novo de rock n’ roll na banda Kiss, começando um ciclo que seria completado quando o produtor do Kiss, Bob Ezrin, produziu o primeiro álbum da banda, auto-intitulado 30 Seconds To Mars, em 2002.

Leto passou quase uma década longe da bateria durante a sua adolescência, a época onde muitos de nós temos o tempo livre para praticar um instrumento. Mas a sua paixão, sua individualidade e intensa conexão pessoal com a música nunca o deixou, e em 1997, quando ele e seu irmão começaram a tocar por prazer, eles deram luz à um grupo que, dezessete anos depois, é um dos poucos que conseguem alcançar os álbuns de ouro e de platina em vendas, e conseguem lotar arenas ao redor do mundo.

Shannon é mais do que o baterista do Mars, ele é completamente imerso em todos os aspectos da banda, incluindo composição, instrumentação, programação, produção e direção criativa. Muitas vezes, a identidade do artista está extremamente ligada à banda que ele/ela está. No caso do Thirty Seconds To Mars, a característica do grupo é uma reflexão direta da visão criativa dos irmãos Leto.

 

ENTREVISTA

MD: Criatividade parece ser um produto natural do ambiente em que você cresceu.

SHANNON: É, o invés de ter bonecos do G.I. Joe ou TV, eu cresci fazendo instrumentos. Os amigos da minha mão iam lá em casa trazendo bongos e violões, e eu tentava fazer instrumentos que imitavam aqueles sons.

MD: Já foi reportado que, em uma idade bem jovem, aos seis ou sete anos, você pode ou não ter roubado o álbum Destroyer do Kiss de uma loja de cd. O que aquele álbum tinha que chamou a sua atenção?

SHANNON: Eu amei a vibe meio ‘dark’ da capa do álbum, com a banda num topo de uma montanha e a cidade em chamas atrás deles. Como eu não tinha brinquedos ou TV, imaginação era o meu entretenimento. Eu me imaginava correndo por aquela cidade em chamas e encontrando eles no topo da montanha. E quando eu realmente ouvi o álbum, eu amei como ele soava. Então visualmente e sonoramente, eu estava ligado àquele tipo de música desde bem novo.

MD: E como foi que você se ligou à bateria?

SHANNON: Eu comecei ouvindo álbuns, e eu já tinha visto bateristas e conjuntos de bateria, então eu arranjava várias panelas e caixas e começava a tocar, tocar, tocar.

MD: Você já tomou aulas de bateria?

SHANNON: Eu tentei, mas eu era muito impaciente. Eu queria ir sozinho e tocar. Eu até participei de um workshop de jazz quando eu tinha doze ou treze anos. Eu pude tocar em uma bateria de verdade, e claro, tinham outros músicos envolvidos, nós conseguimos viajar e fazer vários shows. Aquilo foi bastante excitante, havia uma conexão ali pra mim, tocando ao vivo e fazendo parte de algo maior. Da segunda vez que eles foram fazer o workshop, eles queriam que todos nós lêssemos música e eu não sabia como. Eu estava nervoso, a música que a gente precisava ensaiar era “Owner of a Lonely Heart” do Yes. Daí eu pensei “eu sei essa música, eu consigo!”, e então foi a minha vez de fazer o teste, e o condutor, que eu achei que era meu amigo, botou uma porcaria de música pra eu tocar, e eu levei pro lado pessoal. “Cara, ele sabe que eu não sei ler música”, eu olhei pra aquilo, pensei que eu poderia tocar pelo que eu lembrava da música por ouvir no rádio, mas aí eu comecei a suar e estraguei o teste.

MD: Você chegou a parar de tocar por um bom tempo depois disso, não é?

SHANNON: Sim, porque naquela idade, eu me senti traído por alguém em quem eu me inspirava.

MD: Esses são os anos de formação de um artista, e anos frágeis. Parece que foi um momento profundo pra você.

SHANNON: Foi, porque música e bateria era minha arte, minha vida, era o único jeito que eu tinha de me expressar. Eu levei para o lado pessoal, então eu fiquei longe da bateria por um tempo.

MD: Você falou que existia muita música ao seu redor enquanto você crescia, tinha alguma banda ou baterista em particular que te cativou?

SHANNON: Eu gostava de vários estilos diferentes de música, mas não tinha um baterista em si que eu queria imitar. Tinham os bateristas daquela época, que todo mundo falava, como John Bonham do Led Zeppelin, Keith Moon do The Who e Steward Copeland do The Police, que eu realmente gostava, mas eu me sentia mais conectado à música do que a um baterista em particular. Minhas primeiras experiências musicais com bateristas, como Bonham, não foi visual – eu estava ouvindo aquilo. Por exemplo, eu lembro de ouvir a música “The Song Remains The Same” e não ouvia só Bonham tocando, ouvia também os vocais que ele fazia enquanto tocava, como um grunhido, e isso parecia tão real e tinha tanta paixão. Eu senti aquilo, a bateria, os vocais, as guitarras, o órgão (instrumento).. Para que eu pudesse realmente entender qualquer baterista ou banda, precisava invocar uma reação emocional em mim.

Influências musicais de Shannon: Música eletrônica, música dos anos 80, R&B, o antigo Michael Jackson, Knife Party, The Cure, Depeche Mode, Kiss, Boz Scaggs, Fleetwood Mac, Led Zeppelin, The Police, os primeiros álbuns do Metallica, Iron Maiden, Pantera, Mastodon, KRS-One, Boogie Down Productions e Eric B & Rakim.

MD: Thirty Seconds To Mars foi sua primeira e única banda, correto?

SHANNON: Sim, só eles.

MD: Juntando o fato de que a banda começou apenas com você e seu irmão e de que você não queria especificamente imitar ninguém, a música que você criou e o seu estilo de tocar bateria são essencialmente coisas próprias suas.

SHANNON: Eu nunca pensei sobre isso realmente desse jeito, mas você tá certo, foi isso que aconteceu. Eu aprendi com todo mundo que eu ouvia, mas quando nós começávamos a tocar, era uma coisa nossa, então eu fazia a minha coisa.

MD: Quando você e Jared começaram a tocar, o objetivo era começar uma banda ou vocês estavam só se divertindo tocando algumas das suas músicas favoritas?

SHANNON: Praticamente, nós fomos direto pra composição, mas nós não sabíamos que estávamos compondo. Nós seguíamos o que o outro estava tocando, apenas tocando.

MD: Jared já estava cantando nessa época também?

SHANNON: Sim, ele cantava enquanto tocava guitarra e nós gravávamos num gravador de fita. A gente não estava tocando pra valer, era só eu e ele em um quarto.

MD: O seu estilo de bateria tende a ter um groove meio profundo com vários tons que não estão nem pontuando uma melodia vocal e nem seguindo uma instrumentação.

SHANNON: O estilo formou-se de um hábito que eu tinha quando ouvia uma música no rádio. Eu fazia a batida com meu dedo direito e batia a linha vocal com meu dedo esquerdo. E então, com minha mão direita, eu fazia o som da guitarra ou do teclado e fazia esse outro estilo de batida com minha mão esquerda. Quer dizer, eu não sabia o que eu estava fazendo.

MD: Não foi um exercício intencional independente?

SHANNON: Não, eu só estava batendo o dedo, mas depois, eu percebi que eu estava treinando de um certo modo.

MD: Parece que tocar bateria veio da sua ativa imaginação. Você conseguiu traduzir o que você ouvia para os seus membros. Alguma vez foi difícil pra você conseguir a coordenação motora do que você ouvia e passar para a bateria?

SHANNON: Não muito, se eu conseguia ouvir, eu conseguia tocar.

MD: Desde o começo, você abraçou um setup de bateria híbrido, incorporando tanto sons acústicos quanto eletrônicos, o que é uma parte integral do estilo do Thirty Seconds To Mars. Quando foi que você começou a se interessar por música eletrônica?

SHANNON: Eu lembro de assistir um show do Depeche Mode numa fita VHS há um bom tempo atrás, o baterista estava batendo no seu painel, quase uma parede que acendia e produzia um som quando ele batia, e eu achei isso bem legal. Bandas de new-wave, como o Depeche Mode e The Cure, eram bandas que eu ouvia muito entre os outros tipos de música que eu gostava, e quando eu tocava bateria, eu queria produzir esses tipos de sons também. Então eu precisava adicionar certas peças pra fazer isso.

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MD: Antes de entrar em um novo álbum, você decide focar mais na parte acústica ou eletrônica da bateria?

SHANNON: Eu tenho algumas ideias na minha cabeça, mas normalmente depende da música. As músicas normalmente começam de uma linha vocal, ou uma linha de guitarra ou uma parte de bateria, e nós só começamos a adicionar ou tirar os layers. Não tem fórmula, só o que nós sentimos que seja certo para cada música.

MD: Sabendo que você tende a acentuar linhas vocais ou melodias, as suas partes tendem a evoluir enquanto a música muda para o foco?

SHANNON: Bem, às vezes as músicas começam com uma batida de bateria e o resto todo envolve-se ao redor disso. A música Night of The Hunter do This Is War foi escrito ao redor da batida da bateria.

MD: O quão envolvido você está na parte de produção das coisas no estúdio?

SHANNON: Oh, eu estou lá ajustando e dando uma de nerd discutindo. Eu sou tipo um cientista maluco na sala de controle.

MD: O estúdio pode ser um lugar estranho quando se trata de tocar bateria.Você é um baterista bem físico, mas às vezes “se jogar” completamente no estúdio pode não traduzir nas melhores tomadas de sons. Qual é o seu seguimento?

SHANNON: Verdade, e isso é algo que eu aprendi com o tempo. Se eu bato muito forte, eu distorço o tom. Então eu puxo e empurro. Quando eu estou tentando descobrir as minhas partes, eu toco bem forte porque eu estou sentindo a música. Eu queria sentir que as partes estão certas. E então quando eu vou gravar, eu diminuo um pouco a força pra ter o melhor som na gravação.

MD: Você faz as tomadas de gravação completas?

SHANNON: Sim, com certeza! Eu sou um cara de tomada completa, eu não faço as partes aos poucos. Até hoje é difícil pra mim quando alguém fala “hey, programe essa batida e depois a gente grava a bateria de verdade”. Eu fico tipo “nah, eu tenho que ir tocar”, daí eu monto tudo e gravo, e depois, talvez, eu programo as batidas a partir do que eu acabei de tocar. Eu não sou um escravo de eletrônicos ou tecnologia. Eu gosto de estar em controle da tecnologia.

MD: Todas as músicas são escritas por você e Jared ou Tomo também faz parte do processo?

SHANNON: Normalmente é só eu e Jared, mas todas as ideias são bem vindas.

MD: Você acha que a ligação de irmãos intimida Tomo a trazer ideias para a mesa?

SHANNON: Quer saber? Provavelmente sim, mas eu acho que ele sabe lidar com isso. Qualquer ideia é boa porque pode dar a luz à uma nova ideia.

MD: Você já gravou músicas para algum outro projeto?

SHANNON: Eu fiz algo chamado “The Wondergirls” nos anos 90, com Scott Weiland, Ian Astbury do The Cult, Troy Van Leeuwen e várias outras pessoas. Eu fiz aquilo por alguns meses, mas nada aconteceu de verdade porque todo mundo estava em estilos diferentes. Eu só estava aparecendo e tocando, era só um projeto à parte.

MD: É muito raro pra alguém estar praticamente em uma só banda desde o começo, e parece que quanto mais sucesso a banda tem, mais focado você fica para fazer a banda ser o melhor que ela pode ser.

SHANNON: Eu sou bastante satisfeito com o Mars. Toda a minha energia é colocada na banda, tem muito mais coisas envolvidas pra mim do que apenas tocar bateria. Desde a parte visual até a produção ao vivo, desde testar novos instrumentos até trazer de volta o velho teclado, tem muita coisa pra fazer que me deixa ocupado.

MD: A banda normalmente leva de três a cinco anos entre álbuns. Isso é devido ao agendamento ou você tende a trabalhar meticulosamente desde o começo de cada álbum?

SHANNON: Bem, nós não vamos mais levar tanto tempo assim, mas normalmente nos leva esse tempo para escrever um álbum, porque a gente se entrega e começa a ‘viajar’ massageando as músicas até que elas fiquem prontas. A gente testa diferentes ‘Junos’, todos esses sintetizadores antigos dos anos 80, baterias dos anos 80 como Simmons, guitarras antigas… Nós levamos o nosso tempo e a gravadora sempre nos permitiu fazer isso.

MD: Definitivamente dá pra percerber isso nos seus álbuns, desde o primeiro as músicas parecem completas, com muito cuidado e precisão nos sons, arranjos e orquestração.

SHANNON: Foi assim que a gente fez, e nós aprendemos muito com esse tipo de processo. Você não precisa sempre levar esse tempo todo. Às vezes você fica tão precioso e a perfeição é meio subjetiva. Nada é perfeito, e tentar ser perfeito não é um jeito legal de se viver. Eu acho que eu aprendi que imperfeições são o que deixa as coisas realmente excitantes e diferentes. No nosso último álbum, Love Lust Faith + Dreams, tem várias imperfeições e erros, e é isso o que fez o álbum.

MD: Você diz ‘erros’ no sentido das perfomances?

SHANNON: Sim, mas mesmo nos sons que eu estava criando nos sintetizadores e tal. Tiveram uns erros felizes, e eu só deixei lá ao invés de tentar consertar e deixar ‘perfeito’.

MD: Quando você está nesse tipo de banda que realmente leva o seu tempo, como você sabe quando deixar as coisas como estarem ao invés de tentar consertar?

SHANNON: Bem, nós fizemos alguns álbuns que levaram um bom tempo pra ficarem prontos porque nós estávamos tentando deixar as coisas perfeitas, ou o melhor que elas poderiam estar. Eu acho que foi o tempo que nos ensinou. Nós aprendemos que não precisamos fazer necessariamente isso. Só crescendo e evoluindo como uma banda foi o que nos ajudou a aprender quando devemos ‘deixar pra lá’. É um processo. Nós estamos sempre tentando testar coisas de um modo diferente, pensando do lado de fora da caixa, assumindo riscos, mudando, crescendo, evoluindo. Tendo dito isso, ‘deixar pra lá’ é um só um modo natural de seguir em frente agora, sem focar muito minunciosamente, mas deixando as coisas respirarem e serem imperfeitas.

MD: Os produtores alguma vez dizem ‘Eu acho que você conseguiu’, mas você sente diferente?

SHANNON: Sempre depende de nós. Alguns produtores ficam tipo “Eu acho que aquela era a certa, era aquilo!”, se nós concordarmos, nós concordamos, senão… bem, eu definitivamente tendo a exaustar todas as ideias. Eu tendo a exaustar tudo, sabe? “Vamos ver como essa parte vai ficar em 2/4.. vamos ver como vai ficar com quatro no chão.. vamos tentar uma batida pra cima… e se acentuarmos no 3?”. Na minha cabeça, eu tô sentindo isso, então eu quero poder ouvir como tudo soaria de verdade.

MD: Quando vocês estavam começando, vocês estavam criando sozinhos. Agora que vocês têm uma fanbase massiva global, isso coloca alguma pressão extra em você por saber que há expectativas?

SHANNON: Que nada, cara, não há pressão alguma. Nós vamos fazer o que nós vamos fazer. É o que sempre fizemos. Nós temos sorte por ter criado aquela dinâmica desde o começo, e sempre foi dessa maneira. Ter aquela família global, o Echelon, na verdade tem acrescentado ao nosso processo criativo. Tem nos dado inspiração e a liberdade para nos expressar do jeito que nós escolhemos. Eles são realmente incríveis.

MD: O que é mais importante transmitir pra você durante uma perfomance? Você está focado na ‘vibe’ ou tentando tocar perfeitamente?

SHANNON: Não, não, não, eu nunca estou preocupado em ser perfeito. O que eu mais me preocupo é em ser livre quando eu estou lá, sem me sentir restrito, porque quando isso acontece, eu começo a tocar de uma forma rígida, dura, e não é mais tão divertido. É a vibe! Eu me ‘alimento’ do meu irmão, eu me alimento da audiência e eu simplesmente desapareço no show. Como quando você está dirigindo de sua casa até algum lugar e você chega lá e pensa “como foi que eu cheguei aqui?”.

MD: Você usa monitores intra-auriculares durante o show, o que possuem uma isolação incrível. Você tem alguma forma de fazer com que você não perca o envolvimento da audiência?

SHANNON: Eu não coloco os monitores até o fim, ou eu coloco um sim e um não, e nós também temos microfones para o público. Eu quero proteger os meus ouvidos. Eu costumava usar espuma de plug de carro quando nós usávamos monitores de palco, e a mudança para os monitores intra-auriculares foi um saco. Eu sou muito “eu quero sentir a música, cara”, então foi um processo.

MD: Espuma de plug de carro pode fazer o som soar melhor, principalmente a bassdrum, mas plugs de ouvido moldados fizeram o som desaparecer.

SHANNON: Isso! Por isso que é importante ter um ótimo cara que coordena o monitor, mas também ter um thumper onde você senta.

MD: Você usa usa assentos que balançam?

SHANNON: Sim, eles são ótimos!

MD: Plugs de ouvido são quase uma contradição ao sucesso. É o sonho de qualquer músico tocar para um público grande que estão cantando cada palavra, e daí os plugs vieram, e a não ser que você tenha aqueles microfones de ambiente, pode ser difícil se alimentar da energia.

SHANNON: Para tudo existe causa e efeito. Se você tocar sem proteção, você vai ficar surdo e não vai poder mais ouvir a sua bateria ou o público. Se você tocar com plug, você consegue ouvir a mistura dessa maneira.

MD: Você tem um ‘click’ no ouvido?

SHANNON: Existe um click para algumas partes eletrônicas que nós fazemos aqui e ali, e os plugs me permitem ouvi-los claramente no microfone.

MD: Ao longo do set, existe algo nas músicas que requerem um click?

SHANNON: Nós acionamos em tudo. Nada é gravado, tudo é ao vivo. Tomo tem os sequenciadores, e o baixista da turnê, Jared e eu estamos acionando partes para que a gente não precise colocar o gravado. Nessas situações, você precisa ter um click e tocar com um click nunca me incomodou. Eu posso atrasar a batida, acelerar, sempre foi bem natural pra mim. Mas principalmente, alinha tudo para que quando for a hora de de acionar a parte, está no tempo certo.

MD: O que vocês usam pra acionar as partes?

SHANNON: Roland pads dentro de um módulo de V-drum e Ableton Live.

MD: Vocês vão fazer turnê pelo Canadá e Estados Unidos com o Linkin Park e A.F.I.

SHANNON: A gente conhece os caras do Linkin Park há um tempo já e nós pensamos que seria uma ideia incrível fazermos uma turnê juntos. Apenas fez sentido.

MD: Vocês têm um som próprio. É difícil fazer referência ao Thirty Seconds To Mars com outras bandas.

SHANNON: Sim, eu acho que nós temos algo só nosso. Mas se você olhar na grandiosidade das duas bandas, nós compartilhamos dos mesmos elementos de produção e de teatro, então é uma boa combinação de turnê.

MD: Por mais físico e teatral que seja, vocês conseguem manter uma relação muito próxima com o público. É uma vibe de comunidade.

SHANNON: É isso! Isso é o Thirty Seconds To Mars, uma comunidade. As pessoas podem ouvir do jeito que elas quiserem ouvir, nada é forçado. Eu acho que os nossos fãs agradecem a isso. Eles têm a liberdade de ser quem eles são e de expressarem o que sentem.

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História por David Ciauro e fotos por Alex Solca.

FONTE: Modern Drummer Magazine.

10 minutos com Jared Leto

Na entrevista para a revista Evening Standard Magazine, Jared respondeu a um pequeno jogo de perguntas e respostas onde ele falou um pouco sobre ele e sobre coisas que ele gosta de fazer. Entre as perguntas, Jared diz ter assistido, recentemente, o documentário sobre o piloto brasileiro de Fórmula 1, Ayrton Senna, e diz ter chorado com o filme. Leia a entrevista completa a seguir:

 

E: Qual conselho você daria a você mesmo com 18 anos de idade?

J: Eu seria gentil e diria: “Respire fundo e acredite”.

E: Qual foi a última coisa que te fez chorar?

J: Cortar cebolas e o documentário Senna.

E: Qual foi a coisa mais chocante que você já leu sobre si mesmo?

J: Que eu morri em um acidente de carro. Foi surreal quando as pessoas na rua ficaram surpresas em me ver, porque elas acharam que eu tinha morrido.

E: O que te deixa acordado durante a noite?

J: Fazer amor e negócios criativos não terminados.

E: Quem te interpretaria em um filme sobre a sua vida?

Denzel Washington. Eu iria dizer Bette Midler, porque ela consegue cantar e atuar, mas eu não sei se iria querer fazer o filme.

E: Quando foi que você já se sentiu mais sexy?

J: Geralmente eu não ando por aí me sentindo sexy, mas eu me sinto mais confiante sexualmente quando eu estou me sentindo bem comigo mesmo fisicamente e espiritualmente.

E: Qual é a sua música de karaokê?

J: Uma vez eu tive uma experiência desastrosa cantando a música ‘Eye of the Tiger’ com a Courtney Love em um casamento. Eu prometi nunca mais cantar em um karaokê de novo.

E: Qual livro mudou o modo como você pensa?

J: Siddhartha de Hermann Hesse, um livro sobre espiritualidade.

E: O que você comeria na sua última refeição e quem juntaria-se a você?

J: Um prato de pasta vegana que eu gosto de chamar de ‘Feat’, porque é feito de carne (meat) falsa (fake), seguido pela maçã de The Wolseley e framboesa amassada. Eu convidaria Sun Tzu, Jesus Cristo, Buddha e Leonardo Da Vinci pra se juntarem à mim.

E: Qual é o seu prazer mais culposo?

J: Essa resposta não é publicável em uma revista de respeito.

E: O que você comprou com o seu primeiro salário?

J: Quando eu tinha 12 anos, eu trabalhava lavando pratos em um restaurante chamado “Three Lil Pigs BBQ” (tradução: Três Pequenos Porquinhos) em Virginia. Eu ganhava $2.50 por hora e comprei um monte de bala doce/azeda e uma carteira de cigarro.

E: Qual é a sua filosofia de vida?

J: O lema da minha família: “Provehito In Altum”, que significa “lance à adiante para as profundezas”.

E: Qual seria sua caixa de ilha deserta?

J: Lost, obviamente.

E: O que você não conseguiria viver sem?

J: Leite de amêndoa.

 

 

FONTE: London Evening Standard Magazine.

Jared Leto recebe dicas de música com Paul McCartney e comenta sobre o futuro do Thirty Seconds To Mars

Em entrevista à revista Rolling Stone, Jared Leto comentou sobre tudo o que aconteceu no último ano, sobre o Thirty Seconds To Mars como artista independente, turnê mundial, Oscar e o que está por vir tanto para a banda como para a sua carreira como ator.

Depois do Thirty Seconds To Mars ter se separado da gravadora Virgin/EMI em abril de 2014, Jared diz estar animado sobre o futuro da banda e sobre estar livre artisticamente pela primeira vez desde 1998.

“Existem opções ilimitadas lá fora, tecnologias e formas de divulgação em massa. Mas gravadoras ainda são excelentes opções também, porque você tem um grupo de pessoas que acredita em música e que fazem os sonhos dos seus artistas se tornarem realidade. Então eu não odeio gravadoras, eu sou só anti-corrupção e anti-ganância. E acho que gravadoras podem fazer acordos justos com seus artistas e ainda serem rentáveis” diz Jared Leto.

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O cantor afirma também que está sempre trabalhando em novas músicas e que recentemente encontrou com o cantor Paul McCartney em uma das premiações, que o deu dicas sobre composição. Segundo Jared, Paul simplesmente falou “Quer saber? Apenas escreva. Apareça todo dia e escreva algo e continue escrevendo. Mesmo quando você achar que não tem nada pra dizer, apenas escreva e coisas incríveis acontecerão”. Jared diz que agora não há regras, que se uma música estiver pronta, eles poderão lançar quando quiserem, e ainda comenta: “Pode até ter uma música nova vindo, nunca se sabe”.

Jared diz que sente que mereceu o direito de fazer o que quiser e encoraja a qualquer um a adotar essa perspectiva: “Cabe a nós definir quem nós somos e o que as nossas vidas são, e fazer o que quer que nós quisermos, a não ser machucar outras pessoas. (…) Você deve fazer o que te inspira e eu continuarei a fazer isso.”

Em relação ao futuro da sua carreira como ator, Jared diz que não irá fazer qualquer filme a não ser que ele ache que seja uma experiência interessante e desafiadora, e o que o mesmo acontecerá com a música. O ator também comenta que a sua vida mudou de várias maneiras depois de ganhar o Oscar, e não só a sua vida, mas como a de todos ao seu redor.

“Não é só sobre mim, é sobre todos nós, acaba se tornado uma coisa de comunidade. Você tem a chance de pegar aquela luz que está sobre você e colocá-la sobre a sua mãe, seus amigos e todos aqueles que acreditam em você. Outra coisa interessante que vem acontecendo é uma certa clareza, entendimento e recuperação de imagem pública, onde as pessoas têm conhecido um pouco mais sobre mim, ao invés de terem apenas uma ideia que elas poderiam ter tido sobre mim.” comenta Jared.

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Com toda a aclamação depois do Oscar, perguntam ao cantor se isso o fez ter mais vontade ainda de ganhar um Grammy, e ele diz: “Eu nunca me agarrei a prêmio algum, na verdade, eu nunca pensei que fosse ganhar algum prêmio. E isso é engraçado, pois a coisa pela qual eu mais fui criticado inicialmente, é a coisa pela qual eu mais ganhei prêmios. Eu ganhei mais prêmios pela música do que por qualquer outra coisa. (…) Mas eu nunca tive uma queda por prêmios, eles nunca fizeram parte das coisas em que eu penso.”

E aonde param todos esses prêmios que ele ganha? “Eles acabam parando na cozinha, o Oscar e o MTV Award fazem companhia um ao outro. Mas eles não estão em lugar muito glamuroso, eu nunca sei o que fazer com essas coisas.” diz Jared.

 

Fonte: Rolling Stone.

Love Lust Faith + Dreams comemora 1 ano de lançamento

O quarto álbum do Thirty Seconds To Mars, Love Lust Faith + Dreams, lançado em 2013, comemorou no dia 21/05/2014 um ano de lançamento. O álbum tem como singles as músicas Up In The Air, Do or Die e City of Angels. Há ainda previsão de lançamento de outros singles do álbum ainda este ano.

Love Lust Faith + Dreams rendeu à banda uma turnê mundial de divulgação, chamada Love Lust Faith + Dreams Tour, que já passou por vários países ao redor do mundo, incluindo o Brasil, onde a banda fez um show no festival Rock In Rio, em 2013.
A banda retornará ao Brasil com a turnê do álbum em outubro de 2014, passando pelas cidades de São Paulo (16), Rio de Janeiro (18) e Brasília (21).

O álbum completou apenas um ano essa semana, mas a banda já planeja entrar em estúdio para a gravação do próximo álbum do Thirty Seconds To Mars depois do final da atual turnê. Ainda não há previsão de lançamento para o próximo álbum.

Jared Leto fala sobre possível sequência de Hurricane e stream de show com Linkin Park

No último VyRT Violet, que aconteceu no dia 13/05/2014, Jared Leto comentou sobre os futuros planos do Thirty Seconds To Mars para o ano de 2014. Entre esses planos, estão inclusos uma possível sequência para o vídeo de Hurricane e uma exibição ao vivo de um dos shows da Carnivores Tour com a banda Linkin Park.

A banda ainda não sabe qual será o single de sequência do vídeo de Hurricane, sendo as músicas End of All Days e Northern Lights as principais candidatas para o clipe. Jared também comentou a sua vontade de fazer um vídeo ainda mais intenso do que o vídeo original, podendo trazer de volta os mesmos personagens que participaram do clipe, lançado em 2010.
Há também a possibilidade de mais outro clipe além deste, mas também não se sabe qual seria o single lançado. Entretanto, Jared diz que seria interessante um vídeo para Bright Lights, sendo esta uma das principais candidatas para o segundo clipe.

Ainda não há confirmação sobre o lançamento de nenhum destes vídeos ou sobre quando eles seriam lançados.

Outra novidade citada no VyRT Violet, foi a possível transmissão de um dos shows da turnê de verão com a banda Linkin Park, chamada Carnivores Tour. A turnê passará pelos Estados Unidos este ano e terá início no dia 09/08/2014. O show seria transmitido ao vivo no VyRT, mas ainda não há data confirmada para a exibição.

Para mais informações sobre a Carnivores Tour com o Thirty Seconds To Mars, Linkin Park e AFI, visite: http://www.thirtysecondstomars.com/tour/.

Thirty Seconds To Mars lançará DVD da Into The Wild Tour no final deste ano

O tão esperado DVD da turnê Into The Wild será lançado no final do ano de 2014. Segundo a banda, a previsão para lançamento será no período de Ação de Graças (Thanksgiving), que ocorre nos Estados Unidos no final do mês de novembro.

O DVD irá conter imagens exclusivas dos shows ao vivo realizados durante a turnê Into The Wild , que passou por mais de 60 países durante os anos de 2010 e 2011 como turnê de divulgação do terceiro álbum da banda, This Is War, lançado em 2009.

Into The Wild Tour é considerada a maior turnê realizada pelo Thirty Seconds To Mars até então, tendo inclusive entrado para o Guinness World Record Book como turnê mais longa do mundo realizada por uma banda de rock, com um total de 309 shows em um período de apenas 2 anos.

Mais informações sobre o conteúdo e lançamento do DVD serão liberadas pelas banda em breve.

“Birth” na soundtrack da série “The Flash”

A nova série da CW, The Flash, ganhou um teaser trailer ao so de Thirty Seconds to Mars. Confira!

Por motivos de saúde, 30STM adia 10 shows na América Latina

O Thirty Seconds to Mars informou hoje (01/05) que, por motivos de saúde, as a tour na América Latina, marcada para maio, precisou ser adiada. As novas datas foram divulgadas e a tour acontecerá em Outubro.  Os pacotes VIPs do AIW para meet & greet e Artifact também serão mantidos e válidos para outubro, assim como os ingressos para os shows.

As datas dos shows da América Latina são adiados para outubro

A decisão do Thirty Seconds to Mars em adiar a turnê é baseada em razões de saúde, fazendo com que todas as datas da turnê na América Latina passem para outubro.

Thirty Seconds to Mars precisou adiar dez shows na América Latina até o final do ano devido a um problema médico privado. Nossas mais sinceras desculpas pelo inconveniente. Nós sabemos como isso pode ser decepcionante para alguns de vocês e sentimos muito, de verdade. Obrigado por respeitar nossa privacidade durante este tempo. Esperamos que vocês compreendam e estamos ansiosos para vê-los no final do ano.

As datas remarcadas são:

Thirty Seconds to Mars
outubro 2014

03: San Juan, Puerto Rico
05: San Jose, Costa Rica
07: Quito, Ecuador
09: Lima , Peru
16 : São Paulo , Brazil
18 : Rio de Janeiro , Brazil
21: Brasilia, Brazil

As datas para Argentina, Chile e Paraguai serão anunciadas em breve. Os ingressos comprados para as performances são válidas para as datas remarcadas em outubro.

A mudança fica apenas nas datas. Os locais dos shows serão os mesmos. Em caso de desistência, entrar em contato com email faleconosco@livepass.com.br.

Vale lembrar que não sabemos quem está com o que e por que, mas relembramos que o apoio à banda, especialmente neste momento, é muito importante.

Thirty Seconds to Mars rompe de vez com Virgin/EMI.

A banda terminou recentemente um acordo de nove anos com a Virgin EMI e agora estão sem gravadora, depois de ter terminado seu relacionamento conturbado com a empresa.O mais recente álbum do grupo, ‘Love, Lust, Faith And Dreams’, cumpriu todos os compromissos da banda, como parte do negócio. “Estamos livres e muito animados sobre o futuro”, disse o Jared à Billboard . “É o lugar mais maravilhoso para estar”. A Virgin tentou processar 30 Seconds To Mars por US$ 30 milhões de dólares por não entregar três dos cinco álbuns que foram contratados após a banda tentar rescindir o contrato nos termos do Código do Trabalho Califórnia. Durante o processo e gravação do álbum This Is War, Jared dirigiu e produziu, junto com Emma Ludbrook, o documentário Artifact.

Jared Leto On Leaving Virgin, Thirty Seconds To Mars Doc 'Artifact'

Apesar das críticas ao “modelo ultrapassado de fazer negócio” das gravadoras, Leto diz “Artefato” não é “anti-gravadoras, é anti-ganância. Trata-se de artistas que examinam a dificuldade entre o conflito da arte e comércio, como a corrupção que pode matar sonhos. “

Ele falou recentemente com o vocalista de uma “grande banda” sem nome, que estava animado para a gravação do último álbum do contrato atual do grupo. “O estranho é que você está mais animado em deixar sua gravadora do que estar trabalhando lá”, diz Leto. Com os serviços de streaming de música como Pandora, Spotify, iTunes Radio e Beats Music estão se destacando, Leto está cautelosamente otimista um novo modelo de negócio na indústria, mesmo que esses serviços continuam a resolver as suas economia e taxas de royalties para os artistas.
“Estamos tentando descobrir maneiras de compartilhar nossa música com o mundo, de maneiras novas e emocionantes que não nos obrigam a ter que assinar algum contrato de gravação complicado que é projetado para manter-nos em dívida ao longo dos séculos”

 

Fonte: Billboard e NME

Artifact estreia na TV pelos canais VH1 e Palladia

Dirigido e produzido por Jared leto e Emma Ludbrook, Artifact será, simultaneamente, exibido ploes canais VH1 e Palladia (ambos da viacom) no domingo, dia 27/04. O doc narra a batalha que se seguiu legalmente  bem como a tentativa da banda – ao mesmo tempo – para gravar seu terceiro álbum, apropriadamente intitulado This Is War.

“Eu espero que os artistas e o público assistam e entendam como as coisas funcionam no mundo da música, afinal, entender é o começo da mudança. Inevitavelmente, estamos caminhando para um sistema mais transparente”, disse Jared.

O Artifact será exibido nos canais Vh1 e Palladia no dia 27/04, à meia noite. Em breve, o Artifact será exibido pela MTV.

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